quinta-feira, 6 de março de 2014
"O JUGO LEVE"
"Vinde a mim, todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou brando e humilde de coração e achareis repouso para vossas almas, pois é suave o meu jugo e leve o meu fardo. (S. MATEUS, cap. XI, vv. 28 a 30.)"
("O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec)
quarta-feira, 5 de março de 2014
"PARA OS ESPÍRITAS..."
"Para os espíritas, a alma não é uma abstração; ela tem um corpo etéreo que a define ao pensamento, o que muito é para fixar as idéias sobre a sua individualidade, aptidões e percepções. A lembrança dos que nos são caros repousa sobre alguma coisa de real. Não se nos apresentam mais como chamas fugitivas que nada falam ao pensamento, porém sob uma forma concreta que antes no-los mostra como seres viventes. Além disso, em vez de perdidos nas profundezas do Espaço, estão ao redor de nós; o mundo corporal e o mundo espiritual identificam-se em perpétuas relações, assistindo-se mutuamente."
("O Céu e o Inferno", Allan Kardec)
terça-feira, 4 de março de 2014
"NOSSOS PENSAMENTOS PODEM EVITAR AS OBSESSÕES"
"Por desconhecimento muitos de nós deixamos-nos envolver em pensamentos depressivos sem nos apercebermos, de que os mesmos nos podem levar à obsessão.
Para o evitar-mos:aprender a trabalhar a nossa mente e que as ações de cada dia sejam sempre o mais positivas , dez atitudes que nos ajudam nessa conquista.
1.Confiança em Deus e em si próprio;
2.Consciência tranquila;
3.Oração;
4.Dever cumprido;
5.Paciência;
6.Trabalho incessante;
7.Serviço ao próximo;
8.Simpatia e benevolência para com os outros;
9.Estudo;
10.Recomeço e construção do próprio equilíbrio, tantas vezes quantas as necessárias;
Mas as atitudes contrárias, são elas o fio condutor para a obsessão,tais como:
1.Dúvida
2.Complexo de culpa;
3.Indiferença;
4.Irresponsabilidade;
5.Irritação;
6.Ociosidade;
7.Egoísmo;
8.Isolamento;
9.Ignorância;
10. Queixa contínua;
No Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos a seguinte advertência:
"... Não, os Espíritos não vêm isentar o homem da lei do trabalho; vêm unicamente mostra-lhes a meta que cumpre atingir e o caminho que a ela conduz, dizendo-lhes: "Anda e chegarás; toparás com pedras; olha e afasta-as tu mesmo."
Vamos refletir "
(Albino Teixeira/Francisco Cândido Xavier)
"NÃO SÃO OS QUE GOZAM DE SAÚDE QUE PRECISAM DO MÉDICO"
"Estando Jesus à mesa em casa desse homem (Mateus), vieram aí ter muitos publicanos e gente de má vida, que se puseram à mesa com Jesus e seus discípulos; - o que fez que os fariseus, notando-o, disseram aos discípulos: Como é que o vosso Mestre come com publicanos e pessoas de má vida? - Tendo-os ouvido, disse-lhes Jesus: Não são os que gozam saúde que precisam de médico. (S. MATEUS, cap. IX, vv. 10 a 12.)"
("O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec)
("O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec)
segunda-feira, 3 de março de 2014
"AGE COM CALMA..."
"Age com calma em todas as circunstâncias.
Há muita gente que está vivendo em clima de desespero e pressa exaurinte.Atropela e deixa-se atropelar, numa volúpia de alucinação, sem que frua o resultado do que conquista, nem se compraza com aquilo que já amealhou.
A serenidade é irmã da ventura, por propiciar o prazer que abençoa, que transmite satisfação. Rearmoniza-te, conduzindo o carro das tuas horas com tranquilidade e vivendo com a serena alegria de estar na Terra e poder avançar para Deus, a nossa meta final."
("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)
Há muita gente que está vivendo em clima de desespero e pressa exaurinte.Atropela e deixa-se atropelar, numa volúpia de alucinação, sem que frua o resultado do que conquista, nem se compraza com aquilo que já amealhou.
A serenidade é irmã da ventura, por propiciar o prazer que abençoa, que transmite satisfação. Rearmoniza-te, conduzindo o carro das tuas horas com tranquilidade e vivendo com a serena alegria de estar na Terra e poder avançar para Deus, a nossa meta final."
("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)
"QUE SUCEDE À ALMA NO INSTANTE DA MORTE?"
"149. Que sucede à alma no instante da morte?
“Volta a ser Espírito, esto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”
("O Livro dos Espíritos", Allan Kardec)
“Volta a ser Espírito, esto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.”
("O Livro dos Espíritos", Allan Kardec)
domingo, 2 de março de 2014
"DEUS CONHECE O TEU DESTINO..."
"Deus conhece o teu destino e comanda a tua vida.
O que te ocorre, mereces, a fim de conquistares novas marcas na escala da evolução.Deus é Pai Misericordioso e vela por ti.
Jamais te consideres desprezado, resvalando pela rebeldia e blasfêmia.
0 homem deve treinar coragem e resignação, sem cujos valores permanece criança espiritual.
Deus não tem preferências e nos ama a todos.
Deixa-te conduzir pelas ocorrências que não podes mudar, e altera com amor aquelas que te irão beneficiar.
Desesperar-te? Nunca!"
("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)
O que te ocorre, mereces, a fim de conquistares novas marcas na escala da evolução.Deus é Pai Misericordioso e vela por ti.
Jamais te consideres desprezado, resvalando pela rebeldia e blasfêmia.
0 homem deve treinar coragem e resignação, sem cujos valores permanece criança espiritual.
Deus não tem preferências e nos ama a todos.
Deixa-te conduzir pelas ocorrências que não podes mudar, e altera com amor aquelas que te irão beneficiar.
Desesperar-te? Nunca!"
("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)
sábado, 1 de março de 2014
"EM ORAÇÃO"
"Na véspera da partida do Senhor, no rumo de Sídon, o culto do Evangelho, na residência de Pedro, revestiu-se de justificável melancolia. As atividades do estudo edificante prosseguiriam, mas o trabalho da revelação, de algum modo, experimentaria interrupção natural.
A leitura de comoventes páginas de Isaías foi levada a efeito por Mateus, com visível emotividade; entretanto, nessa noite de despedidas ninguém formulou qualquer indagação.
Intraduzível expectativa pairava no semblante de todos.
O Mestre, por si, absteve-se de qualquer comentário, mas, ao término da reunião, levantou os olhos lúcidos para o Céu e suplicou fervorosamente:
— Pai, acende a Tua Divina Luz em torno de todos aqueles que Te olvidaram a bênção, nas sombras da caminhada terrestre.
Ampara os que se esqueceram de repartir o pão que lhes sobra na mesa farta.
Ajuda aos que não se envergonham de ostentar felicidade, ao lado da miséria e do infortúnio.
Socorre os que se não lembram de agradecer aos benfeitores.
Compadece-te daqueles que dormiram nos pesadelos do vício, transmitindo herança dolorosa aos que iniciam a jornada humana.
Levanta os que olvidaram a obrigação de serviço ao próximo.
Apiada-te do sábio que ocultou a inteligência entre as quatro paredes do paraíso doméstico.
Desperta os que sonham com o domínio do mundo, desconhecendo que a existência na carne é simples minuto entre o berço e o túmulo, à frente da Eternidade.
Ergue os que caíram vencidos pelo excesso de conforto material.
Corrige os que espalharam a tristeza e o pessimismo entre os semelhantes.
Perdoa aos que recusaram a oportunidade de pacificação e marcham disseminando a revolta e a indisciplina.
Intervém a favor de todos os que se acreditam detentores de fantasioso poder e supõem loucamente absorver-te o juízo, condenando os próprios irmãos.
Acorda as almas distraídas que envenenam o caminho dos outros com a agressão espiritual dos gestos intempestivos.
Estende paternas mãos a todos os que olvidaram a sentença de morte renovadora da vida que a tua lei lhes gravou no corpo precário.
Esclarece os que se perderam nas trevas do ódio e da vingança, da ambição transviada e da impiedade fria, que se acreditam poderosos e livres, quando não passam de escravos, dignos de compaixão, diante de teus sublimes desígnios.
Eles todos, Pai, são delinqüentes que escapam aos tribunais da Terra, mas estão assinalados por Tua Justiça Soberana e Perfeita, por delitos de esquecimento, perante o Infinito Bem...
A essa altura, interrompeu-se a rogativa singular.
Quase todos os presentes, inclusive o próprio Mestre, mostravam lágrimas nos olhos e, no alto, a Lua radiosa, em plenilúnio divino, fazendo incidir seus raios sobre a modesta vivenda de Simão, parecia clamar sem palavras que muitos homens poderiam viver esquecidos do Supremo Senhor; entretanto, o Pai de Infinita Bondade e de Perfeita Justiça, amoroso e reto, continuaria velando..."
("Jesus no Lar", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
A leitura de comoventes páginas de Isaías foi levada a efeito por Mateus, com visível emotividade; entretanto, nessa noite de despedidas ninguém formulou qualquer indagação.
Intraduzível expectativa pairava no semblante de todos.
O Mestre, por si, absteve-se de qualquer comentário, mas, ao término da reunião, levantou os olhos lúcidos para o Céu e suplicou fervorosamente:
— Pai, acende a Tua Divina Luz em torno de todos aqueles que Te olvidaram a bênção, nas sombras da caminhada terrestre.
Ampara os que se esqueceram de repartir o pão que lhes sobra na mesa farta.
Ajuda aos que não se envergonham de ostentar felicidade, ao lado da miséria e do infortúnio.
Socorre os que se não lembram de agradecer aos benfeitores.
Compadece-te daqueles que dormiram nos pesadelos do vício, transmitindo herança dolorosa aos que iniciam a jornada humana.
Levanta os que olvidaram a obrigação de serviço ao próximo.
Apiada-te do sábio que ocultou a inteligência entre as quatro paredes do paraíso doméstico.
Desperta os que sonham com o domínio do mundo, desconhecendo que a existência na carne é simples minuto entre o berço e o túmulo, à frente da Eternidade.
Ergue os que caíram vencidos pelo excesso de conforto material.
Corrige os que espalharam a tristeza e o pessimismo entre os semelhantes.
Perdoa aos que recusaram a oportunidade de pacificação e marcham disseminando a revolta e a indisciplina.
Intervém a favor de todos os que se acreditam detentores de fantasioso poder e supõem loucamente absorver-te o juízo, condenando os próprios irmãos.
Acorda as almas distraídas que envenenam o caminho dos outros com a agressão espiritual dos gestos intempestivos.
Estende paternas mãos a todos os que olvidaram a sentença de morte renovadora da vida que a tua lei lhes gravou no corpo precário.
Esclarece os que se perderam nas trevas do ódio e da vingança, da ambição transviada e da impiedade fria, que se acreditam poderosos e livres, quando não passam de escravos, dignos de compaixão, diante de teus sublimes desígnios.
Eles todos, Pai, são delinqüentes que escapam aos tribunais da Terra, mas estão assinalados por Tua Justiça Soberana e Perfeita, por delitos de esquecimento, perante o Infinito Bem...
A essa altura, interrompeu-se a rogativa singular.
Quase todos os presentes, inclusive o próprio Mestre, mostravam lágrimas nos olhos e, no alto, a Lua radiosa, em plenilúnio divino, fazendo incidir seus raios sobre a modesta vivenda de Simão, parecia clamar sem palavras que muitos homens poderiam viver esquecidos do Supremo Senhor; entretanto, o Pai de Infinita Bondade e de Perfeita Justiça, amoroso e reto, continuaria velando..."
("Jesus no Lar", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)
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