sexta-feira, 23 de agosto de 2013

"ACOMPANHA A MARCHA...

"Acompanha a marcha dos acontecimentos sem sofreguidão.

A tua ansiedade ou o teu receio não alterarão o curso das horas.

Aguarda o que há de suceder, sem que te imponhas sofrimento desde a véspera.

0 que pensas que acontecerá, talvez se dê, não porém da forma como aguardas, porquanto, a vida obedece a um plano de incessantes mudanças e transformações.

Desse modo, espera com harmonia íntima, afastando do teu programa a agitação e o medo."
 
("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

"EXPERIÊNCIAS DIFÍCEIS"

"A beleza física pode provocar tragédias imprevisíveis para a alma, se
esta não possui discernimento.
Excessivo dinheiro é porta para a indigência, se o detentor da fortuna
não consolidou o próprio equilíbrio....

Demasiado conforto é desvantagem, se a criatura não aprendeu a arte
de desprender-se.
Muito destaque é introdução a queda espetacular, se o homem não
amadureceu o raciocínio.
Considerável autoridade estraga a alegria de viver, se a mente ainda
não cultiva o senso das proporções.
Grande carga de responsabilidade extermina a existência daquele que
ainda não ultrapassou a compreensão comum.
Enorme cabedal de conhecimento, em meio de inúmeras pessoas
ignorantes, vulgares ou insensatas, é fruto venenoso e amargo, se o espírito
ainda não se resignou à solidão."

("Agenda Cristã", André Luiz/Francisco Cândido Xavier)

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"O REPOUSO..."

 
 
"O repouso é necessário para o corpo e para a mente.
Tem cuidado, porém, a fim de que ele não se te converta em ociosidade, em preguiça.
É justo que, ao trabalho suceda o refazimento de energias, através da variação de atividade ou do repou
so, do sono.
As muitas horas de descanso, todavia, violentam o caráter moral
do homem e desarticulam as fibras e músculos orgânicos destinados ao movimento, à ação.
Repousa, pois, o tempo suficiente e não em demasia."

("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)

domingo, 18 de agosto de 2013

"NUNCA SEM ESPERANÇA"

"Nunca percas a esperança.

Se o pranto te encharca a existência, recorre a Deus no exercício do bem e acharás Deus nas entranhas da própria alma, a propiciar-te consolo.

Se sofres incompreensão, auxilia ainda e sempre aos que te não entendem e encontrarás Deus no imo do próprio espírito, a fortalecer-te com o bálsamo da piedade pelos que se desequilibram na sombra.

Se tem menosprezam ou te injuriam, guarda-te em silêncio no auxílio ao próximo e surpreenderás Deus no íntimo de teus mais íntimos pensamentos, prestigiando-te as intenções.

Se te golpeiam ou censuram, cala-te edificando a felicidade dos que te rodeiam e Deus falará por ti na voz inarticulada do tempo.

E, se erraste, não tombes em desespero, mas, trabalhando e servindo receberás de Deus a oportunidade da retificação e da paz.

Sejam quais forem as aflições e problemas que te agitem a estrada, confia em Deus, amando e construindo, perdoando e amparando sempre, porque Deus, acima de todas as calamidades e de todas as lágrimas, te fará sobreviver, abençoando-te a vida e sustentando-te o coração."
 
(Meimei, na obra " Coragem", Espíritos Diversos/Francisco Cândido Xavier)

sábado, 17 de agosto de 2013

"ISTO NÃO PASSA..."




"3. Isto não passa, é certo, de uma teoria mais racional do que a outra. Porém, já é muito que seja uma teoria que nem a razão, nem a ciência repelem. Acresce que, se os fatos a corroboram, tem ela por si a sanção do raciocínio e da experiência. Esses fatos se nos deparam no fenômeno das manifestações espíritas, que, assim, constituem a prova patente da existência e da sobrevivência da alma. Muitas pessoas há, entretanto, cuja crença não vai além desse ponto; que admitem a existência das almas e, conseguintemente, a dos Espíritos, mas que negam a possibilidade de nos comunicarmos com eles, pela razão, dizem, de que seres imateriais não podem atuar sobre a matéria.
Esta dúvida assenta na ignorância da verdadeira natureza dos Espíritos, dos quais em geral fazem idéia muito falsa, supondo-os erradamente seres abstratos, vagos e indefinidos, o que não é real.
Figuremos, primeiramente, o Espírito em união com o corpo. Ele é o ser
principal, pois que é o ser que pensa e sobrevive. O corpo não passa de um acessório seu, de um invólucro, uma veste, que ele deixa, quando usada. Além desse invólucro material, tem o Espírito um segundo, semimaterial, que o liga ao primeiro. Por ocasião da morte, despoja-se deste, porém não do outro, a que damos o nome de perispírito.
Esse invólucro semimaterial, que tem a forma humana, constitui para o Espírito um corpo fluídico, vaporoso, mas que, pelo fato de nos ser invisível no seu estado normal,não deixa de ter algumas das propriedades da matéria. O Espírito não é, pois, um ponto,
uma abstração; é um ser limitado e circunscrito, ao qual só falta ser visível e palpável, para se assemelhar aos seres humanos. Por que, então, não haveria de atuar sobre a matéria? Por ser fluídico o seu corpo? Mas, onde encontra o homem os seus mais possantes motores, senão entre os mais rarificados fluidos, mesmo entre os que se consideram imponderáveis, como, por exemplo, a eletricidade? Não é exato que a luz, imponderável, exerce ação química sobre a matéria ponderável? Não conhecemos a natureza íntima do perispírito. Suponhamo-lo, todavia, formado de matéria elétrica, ou
de outra tão sutil quanto esta: por que, quando dirigido por uma vontade, não teria propriedade idêntica à daquela matéria?"

("O Livro dos Médiuns", Allan Kardec)

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

"ORAÇÃO"


 
 
“Perseverai em oração, velando nela com ação de graças.”
Paulo (Colossenses, 4:2)

"Muitos crentes estimariam movimentar a prece, qual se mobiliza uma
vassoura ou um martelo.
Exigem resultados imediatos, por desconhecerem qualquer esforço p...reparatório. Outros perseveram na oração, mantendo-se, todavia, angustiados e espantadiços. Desgastam-se e consomem valiosas energias nas aflições injustificáveis. Enxergam somente a maldade e a treva e nunca se dignam examinar o tenro broto da semente divina ou a possibilidade próxima ou remota do bem.
Encarceram-se no “lado mau” e perdem, por vezes, uma existência inteira,
sem qualquer propósito de se transferirem para o ‘‘lado bom’’.
Que probabilidade de êxito se reservará ao necessitado que formula uma
solicitação em gritaria, com evidentes sintomas de desequilíbrio? O concessionário sensato, de início, adiará a solução, aguardando, prudente, que a serenidade volte ao pedinte.
A palavra de Paulo é clara, nesse sentido.
É indispensável persistir na oração, velando nesse trabalho com ação de
graças. E forçoso é reconhecer que louvar não é apenas pronunciar votos brilhantes.
É também alegrar-se em pleno combate pela vitória do bem, agradecendo ao Senhor os motivos de sacrifício e sofrimento, buscando as vantagens que a adversidade e o trabalho nos trouxeram ao espírito.
Peçamos a Jesus o dom da paz e da alegria, mas não nos esqueçamos de
glorificar-lhe os sublimes desígnios, toda vez que a sua vontade misericordiosa e justa entra em choque com os nossos propósitos inferiores. E estejamos convencidos de que oração intempestiva, constituída de pensamentos desesperados e descabidas
exigências, destina-se ao chão renovador qual acontece à flor improdutiva que o vento leva."

("Pão Nosso", Emmanuel/Francisco Cândido Xavier)

"JAMAIS TE COMPRAZAS NO MAL FEITO..."

"Jamais te comprazas no mal feito.
Concede-te o direito de errar, porém, exige-te o dever de corrigir.
0 azedume, a ira, a violência, devem ceder-te lugar à alegria, à bondade, à paz.
Reencarnaste para crescer e ser feliz.
Abandona os caminhos da viciação emocional e galga os degraus que te alçarão ao patamar
da vitória sobre ti mesmo.
Quem não doma as más inclinações, torna-se vítima do desregramento a que elas conduzem."


("Vida Feliz", Joanna de Ângelis/Divaldo Pereira Franco)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

"NOS DIAS DE..."



"Nos dias de catástrofe, nada de cólera ou de acusação contra alguém, e sim a obrigação clara de repormos o comboio do serviço nos trilhos adequados e seguir adiante."

("Sinal Verde", André Luiz/Francisco Cândido Xavier)